Em Franca, pelo menos 12 trabalhadores que atuavam na construção de um hospital particular ficaram sem receber salários e verbas rescisórias após a paralisação do canteiro. Os homens, contratados por uma empresa terceirizada, haviam trabalhado cerca de 40 dias quando o contrato foi rompido devido a problemas na execução da obra.
Os funcionários afirmaram que foram deixados em alojamentos em más condições, sem móveis e com falta de mantimentos e itens de higiene, e que estão bancando compras básicas com recursos próprios ou com ajuda de familiares nas cidades do Nordeste, de onde a maioria saiu. Um dos pedreiros disse que o empregador não apareceu após a suspensão do serviço e que os trabalhadores se sentiram abandonados.
O caso segue sob acompanhamento do sindicato local enquanto os trabalhadores aguardam a regularização das verbas para retornarem às suas famílias.