Ribeirão Preto amplia ações do Janeiro Roxo com capacitações e busca ativa por hanseníase

A mobilização inclui capacitação de profissionais, atividades educativas na rede e ampliação da busca ativa por pessoas com sinais da doença

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Nando Medeiros
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Ribeirão Preto amplia ações do Janeiro Roxo com capacitações e busca ativa por hanseníase

As unidades de saúde de Ribeirão Preto intensificaram as atividades do Janeiro Roxo, campanha nacional dedicada à prevenção e ao diagnóstico precoce da hanseníase. A mobilização inclui capacitação de profissionais, atividades educativas na rede e ampliação da busca ativa por pessoas com sinais da doença por meio de questionários e visitas domiciliares.

Na quinta-feira (15), às 14h, a USF Dr. Luiz Gonzaga Olivério, no Jardim Heitor Rigon, receberá representantes do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan) para uma roda de conversa voltada à sensibilização e formação da equipe. A USF Ernesto Che Guevara, no Jardim Maria Casagrande Lopes, já vem aplicando os formulários na sala de espera e durante visitas, e na sexta (16) a ação será levada aos idosos assistidos pela Casa de Nazaré.

Outras unidades também reforçam a vigilância: a USF Dr. Álvaro de Oliveira Paiva, no Jardim Paiva, ampliou abordagens na sala de coleta, recepção e em visitas feitas por agentes comunitários, além de divulgar informações por meio de banners e cartazes. A UBS Oswaldo Cruz, na Vila Mariana, intensificou a aplicação de questionários e oferece orientação individual durante os atendimentos. A USF Dr. Alberto Raul Martinez, na Estação do Alto, instalou um mural informativo e aumentou as abordagens aos usuários.

Na USF Dr. Luís Carlos Raya, na Fazenda da Barra, o Morhan realizará um encontro com a comunidade no dia 21, às 9h, para palestra sobre estigma, cura e acompanhamento pós-tratamento, enquanto a unidade prossegue com visitas domiciliares e aplicação de questionários ao longo do mês.

A prefeitura ressalta que as medidas visam ampliar o diagnóstico precoce, reduzir a transmissão e combater o estigma ligado à hanseníase. Moradores com dúvidas ou sinais suspeitos devem procurar a unidade de saúde mais próxima para avaliação.