Servidor de Igarapava é agredido pela ex-companheira e veículo da Prefeitura é danificado em Delta (MG)

O veículo atingido era um sedã alugado e mantido pela Prefeitura de Igarapava para uso oficial

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Nando Medeiros
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Servidor de Igarapava é agredido pela ex-companheira e veículo da Prefeitura é danificado em Delta (MG)

O diretor de Infraestrutura de Igarapava, André Luiz Clementino de Souza, foi agredido pela ex-companheira na tarde de 2 de abril em uma rua de Delta (MG), a cerca de 14 km da cidade paulista, segundo registro policial e vídeos feitos por testemunhas. As imagens mostram a mulher batendo em Souza enquanto ele falava ao celular e, em seguida, usando uma barra de ferro para danificar o carro. Em outro trecho, ela tenta atropelar o servidor, que precisou correr para a calçada para escapar.

O veículo atingido era um sedã alugado e mantido pela Prefeitura de Igarapava para uso oficial. De acordo com o servidor, os prejuízos na lataria e nos vidros ultrapassaram R$ 3 mil. A Polícia Militar foi acionada, mas a agressora deixou o local antes da chegada das equipes. Souza registrou boletim de ocorrência e prestou depoimento à Polícia Civil de Franca.

Segundo o relato do servidor, o casal está em processo de separação e ainda convivia na mesma residência em Igarapava. Ele afirmou que, ao sair de Delta, encontrou a ex-companheira, que teria tentado provocar uma colisão frontal; depois desceu do veículo e passou a agredi-lo e a danificar o carro usado por ele. Souza negou ter reagido fisicamente.

A mulher compareceu posteriormente à delegacia e admitiu ter danificado o automóvel, afirmando que agiu sob forte abalo emocional ao supostamente ter descoberto uma traição. Ela também alegou que o servidor teria quebrado o celular dela, versão negada por Souza.

A Prefeitura de Igarapava informou que exonerou o servidor do cargo em comissão após tomar conhecimento do episódio e instaurou sindicância para apurar os fatos. Mesmo com a exoneração da função comissionada, Souza voltou a trabalhar como motorista em razão de ser servidor concursado. Em nota, a defesa do servidor afirmou que a função que ele ocupava não tinha controle de jornada e que sua ida a Delta teve caráter particular; também informou que Souza pediu exoneração do cargo de confiança como resposta ao caso.