Inspirada em matéria do jornal 79
A insatisfação se concentrou na ausência de clareza sobre como ficará a operação e sobre eventuais impactos para quem depende do traslado.
Em dezembro, a prefeitura renovou o contrato com a atual prestadora, a SERTRAN, depois que o resultado da licitação que escolheria a nova empresa foi questionado na Justiça. Segundo denúncias apresentadas, a concorrência contava com três concorrentes e apresentou valor previsto superior em cerca de R$ 20 milhões ao contrato vigente.
Representantes do Conduz RP e usuários relataram dúvidas sobre prazos, critérios da futura contratação e garantias de continuidade do atendimento. A Secretaria Municipal da Saúde informou que o serviço de transporte para pessoas com mobilidade reduzida segue funcionando normalmente e não terá suspensão até que a vencedora da licitação assuma o contrato. A pasta também informou que não há data definida para o início do novo contrato.
A Prefeitura acrescentou que as marcações para 2026 já estão abertas e que um “novo modelo de atendimento, com mais conforto”, está em fase de estruturação. Segundo a administração, a transição será comunicada com antecedência e os usuários receberão orientações detalhadas antes de qualquer mudança.