A criança de três anos, que estava sob investigação por suspeita de abuso sexual, teve a guarda provisória concedida ao pai biológico. O pai mora em Paranapanema (SP) e segundo sua advogada, mantinha contato frequente com a menina. A defesa informou que pretende solicitar a guarda definitiva em seguida.
A menina havia sido acolhida pelo Conselho Tutelar após a prisão da mãe, Leilane Vitória Oliva Coelho, e do padrasto, Andrey Gabriel Eduardo Bento Zancarli, detidos em 10 de dezembro de 2025. Na ocasião, ambos foram autuados em flagrante e encaminhados à Delegacia de Defesa da Mulher; depois da audiência de custódia, ficaram à disposição da Justiça.
A investigação que apura possível abuso ocorre sob sigilo. Relatos indicam que a denúncia partiu de um homem que afirmava ter encontrado no celular da mãe vídeos e mensagens com indícios de violência contra a criança; há também alegações de que a vítima teria sido dopada antes dos episódios.
As duas crianças que estavam na casa, a menina de três anos e um bebê de três meses, foram levadas a um lar de acolhimento.
A apuração segue em andamento pela polícia, sem previsão de novos detalhes públicos enquanto durar o sigilo das investigações.