Motoristas de ônibus de Ribeirão Preto recusam reajuste de 5% e avaliam greve

O sindicato informou que, caso a categoria ratificasse a recusa ao acordo, as empresas e a Prefeitura seriam formalmente notificadas sobre a aprovação da paralisação

  • Go to the profile of  Nando Medeiros
Nando Medeiros
· 1 minuto de leitura
Motoristas de ônibus de Ribeirão Preto recusam reajuste de 5% e avaliam greve

Em assembleia realizada em 15 de abril, motoristas do transporte coletivo de Ribeirão Preto rejeitaram a proposta de reajuste salarial de 5% apresentada pelas empresas Rápido D’Oeste e Transcorp, que integram o Consórcio PróUrbano. Após a votação, o Sindicato dos Empregados do Transporte Urbano (Seeturp) convocou uma segunda reunião para as 16h do mesmo dia, destinada aos profissionais que não participaram da manhã, para deliberar sobre a continuidade do movimento.

O sindicato informou que, caso a categoria ratificasse a recusa ao acordo, as empresas e a Prefeitura seriam formalmente notificadas sobre a aprovação da paralisação. Pela regra definida, a greve deveria começar 72 horas após o envio do ofício; por conta do feriado municipal de 19 de abril, data do aniversário da cidade, a paralisação estava prevista para ter início em 22 de abril.

Entre as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores estavam a recomposição frente às perdas inflacionárias, um aumento real de 10%, além de revisão do pagamento de PLR e do vale-refeição. A mobilização colocou em pauta a possibilidade de interrupção do serviço, enquanto as partes negociavam alternativas para o impasse.